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	<title>Valhol</title>
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	<pubDate>Sat, 29 Mar 2008 01:59:59 +0000</pubDate>
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		<title>Parabéns!!!</title>
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		<pubDate>Sat, 29 Mar 2008 01:59:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igdrasil</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Este pequeno cantinho está de parabéns! Festeja o seu primeiro aniversário! Foi um sitio que muito me ensinou, um ouvinte maravilhoso, um recanto de paz...Obrigado a todos os que por aqui passaram!&#160; Aconteça o que acontecer será para sempre o meu primeiro "esconderijo"...Ansiorth dah Anguiênd Valhol..."<br />
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			<content:encoded><![CDATA[<div>Este pequeno cantinho está de parabéns! Festeja o seu primeiro aniversário! Foi um sitio que muito me ensinou, um ouvinte maravilhoso, um recanto de paz&#8230;Obrigado a todos os que por aqui passaram!&#160; Aconteça o que acontecer será para sempre o meu primeiro &#8220;esconderijo&#8221;&#8230;Ansiorth dah Anguiênd Valhol&#8230;&#8221;
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		<title>De novo tu: Ethrôm!</title>
		<link>http://valhol.blog.com/2007/11/27/de-novo-tu-ethrom/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Nov 2007 01:27:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igdrasil</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Os espelhos de mil cores já não me definem...a água cristalina já não me reflecte! Não apresenta a imagem do "eu", aquela que eu imaginava ter mas que não tenho; ilusão criada, de mim para mim, com o cheiro fresco do puro e intocável ser que não é, ou que por razões milenárias desconhecidas, adormecidas, embebecidas no isto e aquilo que se apresenta como a forma do ser, desconjugado de realidade, efeverescente de felicidade, borbulhante de brumas longíncuas se viu afastado de permanecer...<br />
O vento já nada me sussurra, passa e bate, violento de raiva, angústias gritadas na roda do tempo!<br />
O gelo derrete a cada passo desconjugado, de tanto alinhado, pensado aqui e agora, ontem e no outro dia, de momento em momento, do tempo ao vento, do tormento ao tempo, das crisálidas mortas enterradas e depostas no ser único do agora...<i>carpe diem</i>...NÃO! Recuso-me, já nao me me mostras, já não me reflectes...<br />
Só a lama me reflecte! O cheiro a podridão de memórias&#160; vividas e absorvidas , mantidas&#160; escondidas para não serem minhas, para serem de outro eu, aquele que não existe, o grande fantasma de mim...<i>memórias esquecidas</i>...<br />
Morri nos teus olhos quando a tua cara se transformou, o sorriso apagado tudo em mim mudou...<i>De novo os espelhos... SIM...</i>EU aceito, que sois vós que me reflectes; espelhos negros que me definem, me abraçam e consolam nesse esplendor de cheiro fétido, e eu morro a cada momento nesses braços aveludados de brumas negras desgastadas.. aperta-me com mais força, por favor, eu te peço...eu te peço: aperta os meus medos e sonhos, repele esses segredos medonhos!<br />
Mas até vós, ó bruma celestial, até vós me&#160; deixais&#160; e o meu coração despedaçais!<br />
E eu fico com frio e por mim espero neste pesadelo austero!<br />
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Os espelhos de mil cores já não me definem&#8230;a água cristalina já não me reflecte! Não apresenta a imagem do &#8220;eu&#8221;, aquela que eu imaginava ter mas que não tenho; ilusão criada, de mim para mim, com o cheiro fresco do puro e intocável ser que não é, ou que por razões milenárias desconhecidas, adormecidas, embebecidas no isto e aquilo que se apresenta como a forma do ser, desconjugado de realidade, efeverescente de felicidade, borbulhante de brumas longíncuas se viu afastado de permanecer&#8230;<br />
O vento já nada me sussurra, passa e bate, violento de raiva, angústias gritadas na roda do tempo!<br />
O gelo derrete a cada passo desconjugado, de tanto alinhado, pensado aqui e agora, ontem e no outro dia, de momento em momento, do tempo ao vento, do tormento ao tempo, das crisálidas mortas enterradas e depostas no ser único do agora&#8230;<i>carpe diem</i>&#8230;NÃO! Recuso-me, já nao me me mostras, já não me reflectes&#8230;<br />
Só a lama me reflecte! O cheiro a podridão de memórias&#160; vividas e absorvidas , mantidas&#160; escondidas para não serem minhas, para serem de outro eu, aquele que não existe, o grande fantasma de mim&#8230;<i>memórias esquecidas</i>&#8230;<br />
Morri nos teus olhos quando a tua cara se transformou, o sorriso apagado tudo em mim mudou&#8230;<i>De novo os espelhos&#8230; SIM&#8230;</i>EU aceito, que sois vós que me reflectes; espelhos negros que me definem, me abraçam e consolam nesse esplendor de cheiro fétido, e eu morro a cada momento nesses braços aveludados de brumas negras desgastadas.. aperta-me com mais força, por favor, eu te peço&#8230;eu te peço: aperta os meus medos e sonhos, repele esses segredos medonhos!<br />
Mas até vós, ó bruma celestial, até vós me&#160; deixais&#160; e o meu coração despedaçais!<br />
E eu fico com frio e por mim espero neste pesadelo austero!
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		<title>É assim&#8230;</title>
		<link>http://valhol.blog.com/2007/07/05/e-assim/</link>
		<comments>http://valhol.blog.com/2007/07/05/e-assim/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 05 Jul 2007 00:53:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igdrasil</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[magia...]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A magia que brota em nós revela-se....o tempo o dirá...se intemporal, ou se insurgida num espectro de angustia e desilusão!</p>
<p>&#160;</p>
<p>Uma coisa eu sei, amas-me...</p>
<p>Outra também, amo-te...</p>
<p>Daqui...até ao infinito(espero e desejo)</p>
<p>Entretanto o meu ser flui, feliz...Obrigado!&#160;</p>

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<p>A magia que brota em nós revela-se&#8230;.o tempo o dirá&#8230;se intemporal, ou se insurgida num espectro de angustia e desilusão!</p>
<p>&#160;</p>
<p>Uma coisa eu sei, amas-me&#8230;</p>
<p>Outra também, amo-te&#8230;</p>
<p>Daqui&#8230;até ao infinito(espero e desejo)</p>
<p>Entretanto o meu ser flui, feliz&#8230;Obrigado!&#160;</p>
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		<title>A fórmula para a felicidade&#8230;</title>
		<link>http://valhol.blog.com/2007/05/16/a-formula-para-a-felicidade/</link>
		<comments>http://valhol.blog.com/2007/05/16/a-formula-para-a-felicidade/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 May 2007 23:18:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igdrasil</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[A fórmula para a felicidade...]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>De hoje para todo o sempre vou pensar mais em fazer o bem do que em estar bem, assim acabarei por estar melhor;)</p>
<p>&#160;</p>

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<p>De hoje para todo o sempre vou pensar mais em fazer o bem do que em estar bem, assim acabarei por estar melhor;)</p>
<p>&#160;</p>
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		<title>Pensamento&#8230;</title>
		<link>http://valhol.blog.com/2007/05/16/pensamento/</link>
		<comments>http://valhol.blog.com/2007/05/16/pensamento/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 May 2007 23:10:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igdrasil</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Pensamento...]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Pensei: <i>o que te leva a procurar algo em novas pessoas não é o cansaço que tens das velhas ou o prazer de algo mudar...é apenas porque sentes que não és admirada e amada pelos que te conhecem demais e a esperança de&#160; o seres mais pelas novas pessoas...</i></p>
<p><b>Só queria dizer-te: Eu Admiro-te; Eu Amo-te!</b><br /></p>

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<p>Pensei: <i>o que te leva a procurar algo em novas pessoas não é o cansaço que tens das velhas ou o prazer de algo mudar&#8230;é apenas porque sentes que não és admirada e amada pelos que te conhecem demais e a esperança de&#160; o seres mais pelas novas pessoas&#8230;</i></p>
<p><b>Só queria dizer-te: Eu Admiro-te; Eu Amo-te!</b></p>
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		<item>
		<title>Magia&#8230;</title>
		<link>http://valhol.blog.com/2007/05/16/magia/</link>
		<comments>http://valhol.blog.com/2007/05/16/magia/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 May 2007 23:03:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igdrasil</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[magia...]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><b>Sim</b> a teu lado eu acredito...sim, contigo não receio....</p>
<p><b>Sim</b> sem ti respiro mas não vivo, sim sem ti caminho mas tudo é escuro!</p>
<p><b>Não</b>, sem ti o chocolate não é doce, o calor não me aquece, o verde não é verde e o vermelho não o é também...</p>
<p><i>Mas a teu lado</i>...ah a teu lado...tudo é ternura paz e felicidade;</p>
<p><b><i>Até porque nenhum caminho é longo demais quando caminhamos com quem amamos...&#160;</i></b></p>

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<p><b>Sim</b> a teu lado eu acredito&#8230;sim, contigo não receio&#8230;.</p>
<p><b>Sim</b> sem ti respiro mas não vivo, sim sem ti caminho mas tudo é escuro!</p>
<p><b>Não</b>, sem ti o chocolate não é doce, o calor não me aquece, o verde não é verde e o vermelho não o é também&#8230;</p>
<p><i>Mas a teu lado</i>&#8230;ah a teu lado&#8230;tudo é ternura paz e felicidade;</p>
<p><b><i>Até porque nenhum caminho é longo demais quando caminhamos com quem amamos&#8230;&#160;</i></b></p>
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		<title>Perdi&#8230;</title>
		<link>http://valhol.blog.com/2007/05/16/perdi/</link>
		<comments>http://valhol.blog.com/2007/05/16/perdi/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 May 2007 22:51:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igdrasil</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Perdi...]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Perdi:</p>
<p>Não só o sol nem apenas a lua...perdi também a estrela mais brilhante de todas as minhas noites, aquela que me guiava quando nada mais o fazia;</p>
<p>Não só o calor de Verão mas também o maravilhoso frio de Inverno, as folhas amarelas do Outono, as flores virgens da Primavera;</p>
<p>O carinho que apenas quem nos completa conhece, a palavra doce e o sorriso meigo e tudo isto me entristece...</p>
<p>Mas o que me mata são estas brumas negras que eu formei, as sombras que nasceram no meu coração e que me toldaram a visão;</p>
<p>Estas formas infernais que me consomem, me esfaqueiam até que a última gota de sangue negro jorre da minha alma...</p>
<p>E que sou agora se não um espectro deste amor que em ti matei, desta felicidade que te neguei, deste sorriso que em ti apaguei?</p>
<p>Cinzento, sem forma, observo o mundo com outro olhar...e o que me faz então caminhar?...a paixão que te tenho, o orgulho que me criaste, a admiração que te devo, o sorriso que tu não apagaste...caminho para que te possa brotar de novo esse sorriso no coração que ilumina a mais densa escuridão, caminho porque sei que é grande e soberba a felicidade que te posso dar, tão forte que tudo irá apagar....caminho porque sei que é lindo amar!<br /></p>

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Perdi:</p>
<p>Não só o sol nem apenas a lua&#8230;perdi também a estrela mais brilhante de todas as minhas noites, aquela que me guiava quando nada mais o fazia;</p>
<p>Não só o calor de Verão mas também o maravilhoso frio de Inverno, as folhas amarelas do Outono, as flores virgens da Primavera;</p>
<p>O carinho que apenas quem nos completa conhece, a palavra doce e o sorriso meigo e tudo isto me entristece&#8230;</p>
<p>Mas o que me mata são estas brumas negras que eu formei, as sombras que nasceram no meu coração e que me toldaram a visão;</p>
<p>Estas formas infernais que me consomem, me esfaqueiam até que a última gota de sangue negro jorre da minha alma&#8230;</p>
<p>E que sou agora se não um espectro deste amor que em ti matei, desta felicidade que te neguei, deste sorriso que em ti apaguei?</p>
<p>Cinzento, sem forma, observo o mundo com outro olhar&#8230;e o que me faz então caminhar?&#8230;a paixão que te tenho, o orgulho que me criaste, a admiração que te devo, o sorriso que tu não apagaste&#8230;caminho para que te possa brotar de novo esse sorriso no coração que ilumina a mais densa escuridão, caminho porque sei que é grande e soberba a felicidade que te posso dar, tão forte que tudo irá apagar&#8230;.caminho porque sei que é lindo amar!</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Percebi&#8230;que nada percebia!</title>
		<link>http://valhol.blog.com/2007/04/20/percebique-nada-percebia/</link>
		<comments>http://valhol.blog.com/2007/04/20/percebique-nada-percebia/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 20 Apr 2007 00:29:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igdrasil</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<p>Quando finalmente percebi que sempre vivera rodeado de brumas chorei...afinal fora eu que as criara! E construías no seu máximo esplendor, negras como a noite, serpenteantes...assim fui arrastado a cada segundo para a solidão. Afastei tudo e todos, como se me ouvessem tentado ferir! Mas era apenas eu, enganado pelas brumas, que imaginava! Onde te vi...sim tu...tentares esfaquar-me com o teu punhal, eras apenas tu, doce perfeição, que te preparavas para me oferecer o coração! E agora que compreendi sei que foi tarde demais, já não te tenho. E agora? Que fazer? Afogarme na imensidão do tempo e da vida que fluí sem se aperceber da minha dor? Como poderei alguma vez dissipar aquilo que sempe considerei verdadeiro? E agora dizes-me que sou como aqueles que me feriram...e doí! mas aquilo que doí mesmo é a certeza colossal que me aflige de que tu tens razão! Foi nisto que me tornei? Porque terminamos sempre por ser aquilo que menos desejamos? é como se fugissemos com todo o coração daquilo que mais nos apavora para no fim descobri-mos que afinal fugimos da nossa sombra! E apenas existe uma maneira de fugir da própria sombra, matar o sol!</p>
<p>Queria provar que nem todos os homens são inerentemente maus...ainda quero!<br /></p>
<p>Aquilo que quero não existe......qual é a solução? simples...criá-lo, sem brumas e com raios de sol que não desenhem sombras!<br /></p>

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Quando finalmente percebi que sempre vivera rodeado de brumas chorei&#8230;afinal fora eu que as criara! E construías no seu máximo esplendor, negras como a noite, serpenteantes&#8230;assim fui arrastado a cada segundo para a solidão. Afastei tudo e todos, como se me ouvessem tentado ferir! Mas era apenas eu, enganado pelas brumas, que imaginava! Onde te vi&#8230;sim tu&#8230;tentares esfaquar-me com o teu punhal, eras apenas tu, doce perfeição, que te preparavas para me oferecer o coração! E agora que compreendi sei que foi tarde demais, já não te tenho. E agora? Que fazer? Afogarme na imensidão do tempo e da vida que fluí sem se aperceber da minha dor? Como poderei alguma vez dissipar aquilo que sempe considerei verdadeiro? E agora dizes-me que sou como aqueles que me feriram&#8230;e doí! mas aquilo que doí mesmo é a certeza colossal que me aflige de que tu tens razão! Foi nisto que me tornei? Porque terminamos sempre por ser aquilo que menos desejamos? é como se fugissemos com todo o coração daquilo que mais nos apavora para no fim descobri-mos que afinal fugimos da nossa sombra! E apenas existe uma maneira de fugir da própria sombra, matar o sol!</p>
<p>Queria provar que nem todos os homens são inerentemente maus&#8230;ainda quero!</p>
<p>Aquilo que quero não existe&#8230;&#8230;qual é a solução? simples&#8230;criá-lo, sem brumas e com raios de sol que não desenhem sombras!</p>
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		</item>
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		<title>Poemas que ferem!</title>
		<link>http://valhol.blog.com/2007/04/18/poemas-que-ferem/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Apr 2007 00:02:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igdrasil</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Megâugnil]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Quando tudo está perdido</p>
<p>até a esperança</p>
<p>É tempo de aceitar</p>
<p>E esperar a morte em paz!</p>

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Quando tudo está perdido</p>
<p>até a esperança</p>
<p>É tempo de aceitar</p>
<p>E esperar a morte em paz!</p>
</div>
<div></div>
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		</item>
		<item>
		<title>ETHRÔM</title>
		<link>http://valhol.blog.com/2007/03/28/ethrom/</link>
		<comments>http://valhol.blog.com/2007/03/28/ethrom/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 28 Mar 2007 02:59:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igdrasil</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[ETHRÔM]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Eu sou Álf, Ijósalfar de Álfheim...</p>
<p>&#160;</p>
<p>Sabia que chegarias e esperei...imóvel e imerso&#160; na natureza eu vi passarem três dias, quatro noites! E foi pela floresta que eu te pressenti, pois&#160; retiras a alma às mais puras flores, fazes os mais antigos freixos duvidarem, arrancas a vida ao sopro do vento! O teu cavalo negro apareceu; tu vinhas imponente na tua armadura negra e os teus cabelos longos evoaçavam! Fixei os teus olhos e vi que não tinhas alma. Desmontaste e sentiste medo...e eu também!</p>
<p>Odiei-te e disse:</p>
<p>Eu sou ÁLF, Ijósalfar de Álfheim...Tu és RAHÊ, Svartárfel de Svartárlfheim; aqui morremos!&#160;</p>

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Eu sou Álf, Ijósalfar de Álfheim&#8230;</p>
<p>&#160;</p>
<p>Sabia que chegarias e esperei&#8230;imóvel e imerso&#160; na natureza eu vi passarem três dias, quatro noites! E foi pela floresta que eu te pressenti, pois&#160; retiras a alma às mais puras flores, fazes os mais antigos freixos duvidarem, arrancas a vida ao sopro do vento! O teu cavalo negro apareceu; tu vinhas imponente na tua armadura negra e os teus cabelos longos evoaçavam! Fixei os teus olhos e vi que não tinhas alma. Desmontaste e sentiste medo&#8230;e eu também!</p>
<p>Odiei-te e disse:</p>
<p>Eu sou ÁLF, Ijósalfar de Álfheim&#8230;Tu és RAHÊ, Svartárfel de Svartárlfheim; aqui morremos!&#160;</p>
</div>
<div></div>
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